As canções de Pi

Cabec Pi 2020

Palestra/Concerto
As canções de Pi
José Martins, com João Salcedas (Saxofone)
12 de março | 21 h | Biblioteca Municipal da Covilhã

 

As canções de Pi

Desde sempre que a música e a matemática estiveram relacionadas.  Ainda antes de haver conhecimento físico, já se conseguia perceber se um som seria mais grave em relação a outro, e conseguia-se fazer com que houvesse essa diferença, por exemplo, pelas dimensões dos idiofones. Depois aparece Pitágoras com a teoria das cordas vibrantes que nos lança no caminho da física da música. Aqui temos as propriedades do som tratadas de forma matemática. Como seria o contrário? As propriedades de determinadas formas/algoritmos/sequências… serem transportadas para o universo dos sons? As Sequências de Fibonacci e de Lucas são dos exemplos mais utilizados pelos músicos para a composição das suas obras, quer pela presença da Proporção de Ouro, quer pela pelas próprias sequências em si. De entre essas ilustres “individualidades” encontramos também o nosso Pi.

Após uma abordagem a todos estes temas, terminaremos com uma obra original composta para instrumento solista intitulada “As canções de Pi”, comentada e apresentada ao vivo.

 

José Martins

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Nasceu em Grândola, em 1965. Iniciou-se na música aos 6 anos de idade onde aprendeu acordéon e aos 9 anos descobriu o saxofone na Banda dos Bombeiros de Loures. No seu percurso como instrumentista teve uma atividade bastante transversal no universo da música. Participou em programas de música ligeira, em orquestras sinfónicas e várias incursões pelo jazz e pelo fado. Fez parte da Banda Sinfónica da GNR onde ingressou com 17 anos. Nesta banda, além de instrumentista, onde ocupou funções de chefe de naipe, lecionou também nos cursos de promoção onde tinha a seu cargo as disciplinas de ATC (Análises e Técnicas de Composição) e Informática Musical. Era frequentemente requisitado para arranjos, originais, transcrições… para o serviço da Banda, trabalho esse que despoletou o interesse em frequentar o curso de composição. Concluiu, além da licenciatura, os mestrados em composição e em ensino da música, sob a orientação dos Professores João Madureira, António Pinho Vargas, Sérgio Azevedo, Carlos Marecos, Roberto Pérez, Carlos Caires, entre outros. Paralelamente estudou direção de orquestra com Jean-Sébastien Béreau. Os seus trabalhos escritos já foram apresentados tanto nacional como internacionalmente.

 

João Salcedas

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É músico freelancer como saxofonista. Natural da Covilhã, iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos de idade na Filarmónica Recreativa Carvalhense. Passou pelo Conservatório da Covilhã e mais tarde pela Escola Profissional de Artes da Beira Interior – EPABI. É licenciado em Saxofone pela Universidade de Évora onde estudou nas classes dos Professores Mário Marques e José Massarrão.

Foi professor da classe de saxofone na Academia de Música de Alcobaça, Colégio Atlântico – Academia Os Anjos e na ONG – Conservatorium.

É Mestre profissionalizado em Ensino da Música pela Escola Superior de Música de Lisboa.

Atualmente é Professor de Saxofone e Classe de Conjunto na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi.

Paralelamente à sua atividade como docente tem vindo a colaborar com os mais variados projetos musicais. Ao longo do seu percurso musical teve oportunidade de já ter trabalhado com nomes como Jean Yves Fourmeau, Mario Marzi, Rafael Yebra, Jean Marie Londeix, Antonio Filipe Belijar, Nicolas Prost, Henk van Twillert e James Houlik. Na área do Jazz destacam-se ainda nomes como o de Paulo Gaspar, José Menezes, Mário Delgado, Paulo Temeroso, Pedro Saxo, Mike Mainieri, Josvi Muñoz e Johanes Krieger.

Foi membro do projeto de música para bebés “Primeiros Sons”.

Tocou a solo na abertura oficial das “L´Expo Peintures – Journées Européennes” em Roches de Condrieu – Lyon, em 2014.

Colabora com as mais variadas bandas filarmónicas do país, com as quais já teve oportunidade de tocar a solo na Casa da Música no Porto e na abertura oficial do festival Caldas Nice Jazz, entre outros.

Participa com regularidade noutros projectos musicais como Jungle Jazz Orchestra – Big Band, OJUE dirigida por Claus Nymarc e nos musicais dos irmãos Feist no Casino Estoril.

Integra ou integrou projetos de animação de rua (Música Gipsy, Manu, Balcãnica, Folk) como a Fanfarra Contrapasso, Fanfarra Sacabuxa e Produções InAnima.

Toca ou grava regularmente com cantautores, grupos ou bandas de rock, pop e música ligeira no qual se destacam Flávio Torres, José Alberto Reis, June Submarine, Daughters of lot, Simone de Oliveira, Unknown Band, Super Banda, Anjos, entre outros.

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