Resumos e Biografias

 

Cabec Pi 2020

Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI)

[Abertura]

Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI)

Coro | Direção: Luís Dâmaso
Trio de Madeiras e Piano | Direção: Francisco Luís Vieira
Ensemble Barroco | Direção: João Paulo Janeiro e Filipa Oliveira

11 de março | 21 h 30 min | Salão Nobre da Câmara Municipal da Covilhã

 

CORO DA EPABI

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O Coro da EPABI é uma formação artística com origem na disciplina de PCI – Projetos Coletivos e Improvisação, dos cursos de Instrumentista de Cordas e Teclas e de Sopros e Percussão da Escola Profissional de Artes da Covilhã. Trata-se de um coro misto, constituído por cerca de 30 alunos de idades variáveis, todos eles estudantes dos cursos de nível secundário lecionados na instituição, sendo dirigido pelo Professor Luís Gaspar Dâmaso.

Ao longo da sua existência, o Coro da EPABI tem-se apresentado regularmente ao público, quer como componente formal de avaliação, quer na modalidade de formação em contexto de trabalho ou ainda no âmbito das parcerias ativas com as instituições locais e regionais, seguindo um princípio de forte compromisso social e cultural ao serviço das comunidades. De entre as suas atuações, podem ser destacadas a Abertura do Ano Académico da UBI nos anos de 2018 e 2019, bem como na Sessão Solene da Comemoração do Dia da UBI nos mesmos anos, o concerto no Mosteiro de Santa Maria de Flor da Rosa, no Crato (2019), o concerto didático pedagógico de Santa Cecília no Teatro Cinema de Ponte de Sor (2019), concertos de Santa Cecília e de Natal na Covilhã (2018 e 2019), concertos de Reis no Canhoso e Teixoso (2018 e 2019) e o concerto integrado na visita à Covilhã de D. Afonso de Bragança, a convite da Real Associação da Beira Interior (2019).

Na modalidade de Coro de Câmara, foi o Coro da EPABI premiado com o 2º lugar na categoria G3 – coros mistos juvenis, no 3rd Beira Interior International Choir Competition & Festival, decorrido no Fundão, em Setembro de 2018.

 

 

LUÍS GASPAR DÂMASO

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Natural da Covilhã, iniciou os seus estudos musicais na Filarmónica Carvalhense, tendo ingressado na EPABI – Escola Profissional de Música da Covilhã em 1992. Nesta escola, concluiu o Curso de Instrumento (trompete), sob a orientação do Professor Fernando Jorge Ribeiro.

Participou em diversos cursos de aperfeiçoamento, destacando-se os realizados no Cartaxo (1998) e em Oliveira do Bairro (1996) com José Augusto Carneiro e com Bruno Nouvion, no Seixal (1998). Participou ainda em estágios de orquestra com Christopher Bochman, integrando a Orquestra Sinfónica Juvenil (1996, 1997 e 1998) e com Luís Cipriano e Richard Ortien, integrando a Orquestra Sinfónica da EPABI (1997 e 1998).
É licenciado em Música pela ESE do Instituto Politécnico de Setúbal, onde trabalhou com os professores António Vasconcelos e José Carlos Godinho (Pedagogia e Didática Musical) e Maria Clara Correia (Técnica Vocal e Prática Coral) e onde fundou o octeto vocal “Diabolus in Musica”. É mestre em Educação Musical pela ESECB e mestre em Ensino de Música (Formação Musical e Música de Conjunto) pela ESART – Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, com a dissertação intitulada “Percursos criativos na aula de Música de Câmara – estratégias de composição de repertório próprio”, sob orientação da Professora Maria Luísa Correia. Frequentou ainda o curso de doutoramento em Educação na UBI – Universidade da Beira Interior.

Alcançou o 1º Prémio no concurso “Os 80 anos do Orfeão da Covilhã…Cantar e Cantares…”, na modalidade de composição musical. Membro fundador da ACBI – Associação Cultural da Beira Interior, integra o Coro Misto da Beira Interior com o qual alcançou diploma de Ouro na categoria B1 “Coros Mistos” e na categoria P “Pop e Jazz”, e diploma de Prata na categoria F “Folclore” e na categoria S “Música Sacra”, no 5th International Copernicus Choir Festival and Competition “Per Musicam ad Astra”, decorrido em Torun, Polónia, em 2017. Nas mesmas categorias, alcançou quatro diplomas de Ouro, integrando igualmente o Coro Misto da Beira Interior, no 1st Adriatic Pearl – Dubrovnik International Choir Festival & Competition, Dubrovnik, Croácia, em 2019. Enquanto professor responsável pelo Coro da EPABI, alcançou um diploma de Prata na categoria G3 “Coros Mistos Juvenis” no 3rd Beira Interior International Choir Competition & Festival (Fundão, Setembro de 2018). Foi selecionado para o Summer Singing (3ª edição, Braga, Agosto de 2019), evento organizado pela “Capella Duriensis”, onde teve oportunidade de trabalhar com Jonathan Ayerst, Alan Woodbridge e Inês Flores-Brasil.

Presentemente, é professor na EPABI e no Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor.

 

TRIO DE MADEIRAS E PIANO

Formação instrumental da EPABI, constituída pelas alunas, Joana Costa (flauta), Catarina Farias (oboé), Maria André (clarinete) e Laura Nabais (piano), sob a orientação do Prof. Francisco Luís Vieira.

Este grupo de música de câmara apresenta a a sua 1ª audição da obra original do compositor Saint-Saens, Caprice on Danish and Russian Airs, opus 79, de Saint-Saens, para flauta, oboé, clarinete e piano.

FRANCISCO LUÍS VIEIRA

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Natural de Vila do Conde, diplomou-se na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação do professor Lopes da Cruz, tendo também estudado com os professores Santos Pinto e Ricardo Lopes e, posteriormente, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Andrew Swinnerton. Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no estrangeiro.

Em 1988 obteve o 1º Prémio do Concurso da Juventude Musical Portuguesa e o 1º Prémio do Concurso Jovens Músicos Portugueses, o qual lhe permitiu apresentar-se como concertista na extinta Orquestra Sinfónica da R.D.P, sob a direção do Maestro Silva Pereira.

Como concertista também se apresentou com a Orquestra das Escolas de Música; Orquestra da Juventude Musical Portuguesa; Orquestra Sinfónica Juvenil; Sinfonietta de Lisboa; Orquestra de Câmara e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.

Na temporada de 1989 foi solista na Orchestre de Jeunes de la Meditérranée, sob a direção do Maestro Michel Tabachnik, em França integrou regularmente, como convidado, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian; Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos; Nova Filarmonia Portuguesa e Orquestra Regie Sinfonia do Porto.

Atuou em programas para a R.D.P e R.T.P. Tem realizado diversos recitais de música de câmara e a solo. Ao longo da sua carreira, atuou em Portugal Continental, Açores e Madeira, Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Grécia, Itália, Suíça e Suécia.

Frequentou aulas de direção com o maestro Jean-Sébastien Béreau.

Foi professor de oboé no Conservatório de Música de Coimbra, na Academia de Música de Almada, no Conservatório Regional de Castelo Branco, no Collegium Musicum de Seia, no Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa, na Universidade de Évora, na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha) e no Conservatório de Música D. Dinis.

Foi solista/chefe de naipe na Orquestra e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.

É frequentemente convidado a integrar várias orquestras portuguesas. Tem ministrado
diversos cursos de aperfeiçoamento/masterclasses, um pouco por todo o país. Tem sido
orientador de naipe em vários workshops/estágios/festivais de orquestras de jovens, assim como tem sido júri em alguns concursos.

É fundador e diretor do Ensemble Palhetas Duplas .

É professor de oboé no Conservatório de Música da Covilhã e no Conservatório de Música de S. José da Guarda.

Leciona oboé, música de câmara e orquestra de sopros na EPABI-Escola Profissional de Artes da Covilhã, onde exerce a função de diretor artístico.

 

ENSEMBLE BARROCO

O Ensemble Barroco da EPABI (EBE) foi criado no ano lectivo de 2019-2020 com o objectivo de proporcionar uma oferta formativa na área de música antiga/barroca aos alunos da EPABI. Orientado pelos professores João Paulo Janeiro e Filipa Oliveira, o ensemble tem na sua constituição alunos provenientes de várias classes de instrumentos de corda, sopro e piano das turmas do 10º ao 12º ano. Trabalhando essencialmente sobre obras do período barroco, os alunos que integram este ensemble tem a oportunidade de completar e desenvolver a sua aprendizagem musical e enriquecer os seus conhecimentos sobre os aspectos estilísticos deste período, permitindo-lhes neste processo obter elementos técnico-expressivos ligados à interpretação musical segundo critérios historicamente informados.

O EBE tem vindo a  apresentar-se em vários eventos musicais organizados pela EPABI, contribuindo por isso  activamente para a difusão de alguns instrumentos antigos como o cravo e a flauta de bisel na região da Beira Interior. Tendo em conta a escassa oferta formativa na área da música antiga em Portugal, esta iniciativa reveste-se de uma importância muito particular não só para o desenvolvimento artístico dos alunos mas também no acesso a áreas de performance cada vez mais cultivadas no meio musical europeu.

Elementos do Ensemble 2019-2020:

David Silva e Margarida Claudiono, flautas transversais
Ana Carolina Fernandes e Carolina Dutra, oboés
Mariana Costa, Marisa Carvalho e Filipe Martins, violinos
Catarina Carvalho, Beatriz Machado, Bernardo Ferreira, Igor Loureiro e Isabel Silveirinha, violoncelos
Manuel Francisco e Roberto Antunes, contrabaixo
Ana Amoreira e Afonso Nogueira, cravo

 

JOÃO PAULO JANEIRO

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Divide a sua actividade profissional entre a investigação, concertos, gravações e a docência. Fez a sua formação principal em Lisboa, onde completou os estudos em cravo, órgão, clavicórdio e musicologia histórica. Fundou e dirige os agrupamentos Flores de Mvsica, Capella Joanina e Concerto Ibérico, com os quais tem difundido activamente património musical nacional em múltiplas actividades. Realizou diversas estreias modernas de obras de compositores portugueses. Participou em numerosos festivais e projectos internacionais em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, França, Suíça, Noruega e Islândia, também na direcção de produções de ópera barroca. Responsável pelas edições críticas de obras de J. B. Avondano e F. A. Almeida. Gravou vários CD dedicados a estes compositores, bem como a Galliard, J. S. Bach, Rebelo, Bomtempo e outros. Prepara a edição crítica da primeira ópera portuguesa La Pazienza di Socrate e dos concertos grossos de Pereira da Costa. Dirige os festivais ‘West Coast’ e ‘SIMA’. Realizou o Inventário de Órgãos Históricos do Alentejo e coordenou alguns processos de restauro. Dirige os CIMA – Cursos Internacionais de Música Antiga. Lecciona cravo, música de câmara e baixo contínuo e as classes de interpretação histórica na ESART e de órgão na EMNSC. Presidente da MAAC, membro fundador do CESEM e da SPIM.

 

FILIPA OLIVEIRA

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Iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos de idade na Escola de Música do Município de Loulé nas classes de Guitarra Clássica e Flauta de Bisel tendo mais tarde continuado os seus estudos musicais em flauta de bisel no Conservatório Regional do Algarve “Maria Campina”. O seu interesse pela flauta de bisel e pela interpretação historicamente informada levou a que desde 1998 tenha vindo a frequentar cursos e masterclasses de aperfeiçoamento neste instrumento com Jostein Gundersen, Bart Cohen, Bart Spanhove, Dorothee Oberlinger, Bert Honig, Monika Mush, Lara Morris, Pedro Couto Soares, Ricardo Kanji, entre outros. Participou em concertos com os agrupamentos Bancheto Musicale, Ensemble Barroco do Chiado, Divino Sospiro, Agrupamento Musical da Accademia di Santa Cecilia (Roma), Projecto Orquestra Barroca, Flores de Música & Capela Joanina, Contágio Barroco, e desde 2012 é solista e membro fundador da orquestra Concerto Ibérico. Em 2011 foi galardoada com dois primeiros prémios nas categorias de solista e música de câmara nos Concursos de Jovens Intérpretes de Música Antiga. Actualmente, a par de uma intensa actividade concertística, lecciona Música de Câmara na EPABI. Concluiu o mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa e encontra-se num programa de doutoramento na Faculdade Ciências Sociais e Humanas.


 

As canções de Pi

José Martins

 

 

12 de março | 21 h | Biblioteca Municipal da Covilhã

 


 

TIM – Theatre In Mathematics

Sérgio Novo/ASTA

 

Oficina “TIM – Theatre In Mathematics”
13 de março | 17 h 30 min | UBI – Anfiteatro 6.03

TIM – Theatre In Mathematics

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Atualmente, as competências na matemática são abordadas como uma das questões mais importantes para a autorrealização, tanto a nível social como pessoal, e as competências numéricas são consideradas como uma das prioridades da cooperação educativa a nível da UE. É um padrão comum na comunicação em sala de aula que o ensino da matemática, é caracterizado pelo uso do livro didático e pelos professores que dominam a conversa fazendo as perguntas e avaliando os alunos. Isso transforma os alunos em ouvintes passivos e amedrontados. No entanto, existe um grande consenso de que a cooperação cria aprendizagem e que as salas de aula produtivas têm por base a participação e o pensamento por parte dos alunos.

O objetivo do “TIM – Theatre in Mathematics” é enfrentar os principais obstáculos na forma de ensino e aprendizagem da matemática a nível da UE. Ambiciona melhorar o ensino e aprendizagem da matemática, em particular, fornecendo uma nova metodologia – a Metodologia TIM – para o ensino da matemática, através de workshops de teatro e representação.

O projeto será realizado pelo COREP – Centro de Teatro Social e Comunitário da Universidade de Turim (IT), pela Universidade Ocidental da Noruega de Ciências Aplicadas – HVL (NO), pela Universidade Técnica de Creta (GR), companhia de teatro ASTA (PT) e DORS – Centro de Documentação de Promoção de Saúde da Região de Piemonte (IT).

+info:
https://www.theatreinmath.eu/pt-pt/
https://www.facebook.com/theatreinmath/ 

SÉRGIO NOVO (ASTA)

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Mestrado em Artes Visuais (tese: “Educação pelo teatro”), pós graduação em EVT, mestrado e licenciatura em design multimídia. Fundador e Diretor Artístico da ASTA, onde trabalha como designer, intérprete, ator, encenador, fotógrafo, professor e formador. Project Manager e investigador em projetos como “TELL ME – Theatre for Education and Literacy Learning for Migrants in Europe”, “TIM – Theatre In Mathematics”, “ESCAPE – Encouraging the use of SCenic Arts in Prisoners’ Education”, “Parkour – Rap e Parkour”, “Cruciform Theatre – um novo edifício Teatral”, entre outros…

Enquanto diretor artístico planeou e coordenou uma ampla gama de projetos e atividades.


 

 

CORO MISTO DA BEIRA INTERIOR

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CORO INFANTIL DA BEIRA INTERIOR

 

Coro Misto da Beira Interior e Coro Infantil da Beira Interior| Direção: Luís Cipriano
13 de março| 21 h | UBI – Anfiteatro das Sessões Solenes

 

O Coro Misto da Beira Interior e o Coro Infantil da Beira Interior irão interpretar quatro peças do próximo CD denominado “The Kids”, que vai ser gravado dia 21 de Março e que é dedicado aos mais novos e inserido nos 30 anos do Coro Misto da Beira Interior.

 

CORO MISTO DA BEIRA INTERIOR

 

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O Coro Misto da Beira Interior, é um coro amador mas que realiza uma média de 20 a  25 concertos por ano. Do seus inúmeros programas podem-se destacar os de Música Sacra, Renascença, Espirituais Negros, Fado e Música Popular Portuguesa. É aberto à população em geral sem limite de idades. Está sediado na cidade da Covilhã embora os seus elementos tenham origem em várias localidades vizinhas. O Coro Misto da Beira Interior iniciou a sua actividade em 1989  sob a direcção do Professor Luís Cipriano, ainda integrado no Conservatório local, realizando o seu primeiro concerto em 4 de Fevereiro de 1990, na Igreja de St. Maria, na cidade da Covilhã.   Em Setembro de 1996, tornou-se independente em relação ao Conservatório da Covilhã, marcando assim a sua nova estrutura e assumindo o papel da Associação Cultural da Beira Interior. Em Portugal realizou concertos por todo o território, com destaque para os principais centros urbanos como Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Guimarães, Évora, C. Branco, Mação, Faro, Guarda, Covilhã, Pinhel, Viseu, Abrantes, Tomar, Fundão entre outros. Em 2000 realizou em Belém na Palestina o concerto oficial dos 2000 anos do nascimento de Cristo. Em 1999 realizou uma Missa na Basílica de S. Pedro no Vaticano. Em 2001 realizou 2 missas em dois dos principais monumentos espanhóis: o Escorial e Vale dos Caídos. Com a Orquestra da SIM  do Luxemburgo, realizou em 1998 em Ettelbruck, a Missa de St. Cecília de Charles Gounod. Em 2012 divulgou o seu CD “FADO” numa digressão na região centro da Polónia. Nos ultimos 35 anos, foi o único coro estrangeiro a cantar na Faixa de Gaza. Em 2011 interpretou obras de Bruckner na catedral de Dt. Florian, em Linz (Austria), precisamente onde está sepultado o compositor. Participou em 9 das 10 edições do Festival de Música da Beira Interior. EM 2016 realizou a cerimónia de abertura do Mercado de Natal em Strasbourg (França).

 

LUÍS CIPRIANO

 

Iniciou os seus estudos musicais, pela mão do professor Carlos Gama e completou o Curso Superior de Composição, com o professor Cristopher Bochman em 1988. Na cidade de Castelo Branco, dirigiu o Grupo de Câmara de Percussão, o Coro Feminino Schola Cantorum e a Camerata de C. Branco. No ano de 1998, conquistou uma Menção Honrosa, no Concurso “ Novos Valores da Cultura“. No mesmo ano obteve o 1º Prémio em Música de Câmara no 2º Concurso da Juventude Musical Portuguesa e em 1990, o 3º prémio, no referido concurso e dentro da mesma classe. Recebeu o 1º prémio de Composição no Concurso da “Sociedade Histórica da Independência de Portugal“ em 1991.

Foi Maestro do Coro da SIM (Luxemburgo) entre 2002 e 2010 e de 2014 a 2016. Foi Director Musical da Orquestra de Sopros da Comunidade Europeia em 2011. Compôs 15 Missas para Orquestra Sinfónica e Coro, Trios, Quartetos, Sextetos e Octectos para diversos tipos de formação de Câmara, duas Oratória de Natal, uma Ode à Covilhã, três Sinfonias, um Requiem, assim como inúmeras obras corais e orquestrais. Compôs obras para cinema e teatro.

Em Fevereiro de 1997 foi-lhe atribuída a “Medalha Especial de Prata“ pela Union Grand-Duc Adolphe do Luxemburgo em reconhecimento dos seus méritos culturais e em 2004 a “Medalha Especial de Ouro”. Em 2007 recebeu o “Diploma de Mérito Cultural” do Governo Civil de Castelo Branco. Em Abril de 1998 foi recebido por Sua Santidade o Papa João Paulo II , a quem entregou as suas obras litúrgicas. Em 1999 recebeu o Prémio da Cultura, do Jornal “Gazeta do Interior”. Em Janeiro de 1999 foi o Compositor escolhido pela Palestina para compor a Oratória de Natal a estrear em Belém para assinalar os 2000 anos do nascimento de Cristo. Foi Conselheiro das Olimpíadas Corais que decorreram em 2004 em Bremen na Alemanha, em 2006 em Xiamen na China, em 2008 em Graz na Áustria, em 2010 em Shaoxing na China, em 2012 em Cincinnati nos Estados Unidos, em 2014 em Riga na Letónia e 2018 em Pretória na África do Sul. Apresentou o programa televisivo “Zéthoven” na RTP 1, produzido por Teresa Guilherme. Em 2007 Foi escolhido pela editora Lazry&Simon, Alemanha, para figurar num livro onde constam 600 pessoas de destaque, de todo o mundo ligadas à musica coral. Em 2013 foi júri do concurso de Música Sacra em Roma (Itália) e em 2016 no Laurea Mundi Budapeste na Hungria. Em 2015 recebeu a “Medalha de Mérito Municipal” atribuída pela Câmara da Covilhã. Recebeu do Clube dos Professores da Covilhã o Diploma de Mérito. Gravou 25 CD’s. Dirigiu concertos em Portugal, Luxemburgo, Palestina. Israel, Rep. Checa, Coreia do Sul, Alemanha, Venezuela, Liechtenstein, Andorra, Noruega, Hungria, Suiça, Holanda, Bélgica, Vaticano, Itália, Porto Rico, França, Dinamarca, Suécia, Espanha, Eslovénia, Eslováquia, Croácia, Áustria, Polónia e Coreia do Norte. Ganhou 5 Medalhas de Ouro, 7 Medalhas de Prata e 2 Medalhas de Bronze em concursos corais Em 2018 tornou-se no primeiro maestro português a dirigir concertos na Coreia do Norte e o primeiro estrangeiro a dirigir as 3 obras dedicadas aos líderes daquele país durante o Festival da Primavera.

É professor do quadro da Escola Serra da Gardunha e actualmente Maestro da Orquestra Clássica da Beira Interior, Maestro do Coro Misto da Beira Interior, desde a sua fundação e Maestro do Coro Juvenil de Mação. É director do Beira Interior Choir Competition & Festival e Director Artístico do Concurso Internacional de Percussão da Beira Interior.

 

textos e imagens: http://www.acbi.pt

 


 

MOSTRA DE TRABALHOS COREOGRÁFICOS DE REPERTÓRIO CLÁSSICO E CONTEMPORÂNEO

Escola de Dança do Conservatório de Música da Covilhã

 

Mostra de Trabalhos Coreográficos de Repertório Clássico e Contemporâneo | Escola de Dança do Conservatório de Música da Covilhã | Direção: Ana Seixas, Cristina Bellia e Margarida Carlos
13 de março| 21 h | UBI – Anfiteatro das Sessões Solenes

 

ESCOLA DE DANÇA DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA COVILHÃ

A Escola de Dança do Conservatório de Música da Covilhã, que conta com cerca de 140 alunos, é a única escola de dança da Beira Interior com Ensino Especializado em Dança. Para além da Dança Clássica e Dança Contemporânea são leccionadas também outras disciplinas tais como o Hip Hop, Dança Criativa ou Barra no Chão disponíveis para todas as idades (dos 3 aos 90 anos).

 


PI: UM NÚMERO ENVOLTO EM MISTÉRIO

António Machiavelo

[Universidade do Porto]

 

Palestra “Pi: um número envolto em mistério”, António Machiavelo
13 de março| 21 h | UBI – Anfiteatro das Sessões Solenes

 

Depois de um breve passeio pela história do número pi, falaremos de irracionalidade e transcendência, da quadratura do círculo, de fórmulas surpreendentes, de algoritmos para o seu cálculo, de problemas em aberto, de mnemónicas e poemas em honra do pi.

 

ANTÓNIO MACHIAVELO

AJOM

António Machiavelo é licenciado em Matemática Pura pela Faculdade de Ciências do Porto e doutorado em Matemática pela Universidade de Cornell (EUA). É docente do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências do Porto, membro do Centro de Matemática da Universidade do Porto e vice-presidente da Associação Atractor. Trabalha em Teoria dos Números, Combinatória Analítica e Criptografia, tendo também fortes interesses em História e Filosofia da Matemática. Dedica algum do seu tempo à divulgação da matemática, tendo já dado mais de 250 palestras de divulgação de matemática para todos os tipos de audiências e sobre diversos temas.

 


Volteio Artístico e Batismo Equestre

Escola Profissional Agrícola Quinta da Lageosa

14 de março | 11 h | Praça do Município
Volteio Artístico e Batismo Equestre, Escola Profissional Agrícola Quinta da Lageosa


 

CIRCO MATEMÁTICO

 

14 de março | 14 h | Serra Shopping
14 de março | 16 h | Praça do Município

 

CIRCO MATEMÁTICO

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Maravilhar, divertir e atrair para a matemática mediante a realização de atividades lúdicas variadas. A Matemática Recreativa levada à cena: um espaço de degustação intelectual baseada na magia matemática!

 


 

Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI)

[Encerramento]

 

Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI)

Quinteto de Sopros | Direção: Francisco Luís Vieira
Quarteto de Saxofones e Percussão | Direção: Tiago Gonçalves
Ensemble de metais | Direção: Francisco Luís Vieira

14 de março | 21 h | UBI – Anfiteatro da Parada

QUINTETO DE SOPROS

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Formação instrumental da EPABI, sob a orientação do Prof. Francisco Luís Vieira, constituída pelos alunos Joana Costa (flauta), Catarina Farias (oboé), Maria André (clarinete), Henrique Ramos (trompa) e Beatriz Garcia (Fagote).

FRANCISCO LUÍS VIEIRA

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Natural de Vila do Conde, diplomou-se na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, sob a orientação do professor Lopes da Cruz, tendo também estudado com os professores Santos Pinto e Ricardo Lopes e, posteriormente, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor Andrew Swinnerton. Frequentou vários cursos de aperfeiçoamento em Portugal e no estrangeiro.

Em 1988 obteve o 1º Prémio do Concurso da Juventude Musical Portuguesa e o 1º Prémio do Concurso Jovens Músicos Portugueses, o qual lhe permitiu apresentar-se como concertista na extinta Orquestra Sinfónica da R.D.P, sob a direção do Maestro Silva Pereira.

Como concertista também se apresentou com a Orquestra das Escolas de Música; Orquestra da Juventude Musical Portuguesa; Orquestra Sinfónica Juvenil; Sinfonietta de Lisboa; Orquestra de Câmara e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.

Na temporada de 1989 foi solista na Orchestre de Jeunes de la Meditérranée, sob a direção do Maestro Michel Tabachnik, em França integrou regularmente, como convidado, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian; Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos; Nova Filarmonia Portuguesa e Orquestra Regie Sinfonia do Porto.

Atuou em programas para a R.D.P e R.T.P. Tem realizado diversos recitais de música de câmara e a solo. Ao longo da sua carreira, atuou em Portugal Continental, Açores e Madeira, Espanha, França, Luxemburgo, Bélgica, Grécia, Itália, Suíça e Suécia.

Frequentou aulas de direção com o maestro Jean-Sébastien Béreau.

Foi professor de oboé no Conservatório de Música de Coimbra, na Academia de Música de Almada, no Conservatório Regional de Castelo Branco, no Collegium Musicum de Seia, no Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa, na Universidade de Évora, na Escola de Música Nossa Senhora do Cabo (Linda-a-Velha) e no Conservatório de Música D. Dinis.

Foi solista/chefe de naipe na Orquestra e Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana.

É frequentemente convidado a integrar várias orquestras portuguesas. Tem ministrado
diversos cursos de aperfeiçoamento/masterclasses, um pouco por todo o país. Tem sido
orientador de naipe em vários workshops/estágios/festivais de orquestras de jovens, assim como tem sido júri em alguns concursos.

É fundador e diretor do Ensemble Palhetas Duplas .

É professor de oboé no Conservatório de Música da Covilhã e no Conservatório de Música de S. José da Guarda.

Leciona oboé, música de câmara e orquestra de sopros na EPABI-Escola Profissional de Artes da Covilhã, onde exerce a função de diretor artístico.

 

QUARTETO DE SAXOFONES E PERCUSSÃO

 

EPABI - Quarteto de Saxofones e Percussão (4)

Formação instrumental da EPABI, constituída pelos alunos Francisco Silva (saxofone soprano), Filipe Salvado (saxofone alto), Diogo Ferreira (saxofone tenor), Guilherme Gonçalves (saxofone barítono) e Bernardo Reisinho (percussão), sob a orientação do Prof. Tiago Gonçalves.

TIAGO GONÇALVES

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Iniciou os seus estudos musicais aos 15 anos, numa escola de música de carácter particular, sob a orientação do Professor Jaime Dias. Em 2001, ingressa na Academia de Música de Costa Cabral – Porto onde conclui o 3º grau. No ano 2004, ingressa no Conservatório de Música do Porto, na classe com o professor Francisco Ferreira. Em 2007, ingressa na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, onde terminou em Julho de 2010 a Licenciatura em instrumento – Saxofone, com a classificação de 18 valores, sob a orientação dos professores Henk van Twillert e Fernando Ramos. Colaborou com a Orquestra Sinfónica da ESMAE, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Portuguesa de Saxofones, entre outras, tendo trabalhado com os maestros, António Saiote, Jan Cober, Douglas Bostock, Marcel van Bree, Francisco Ferreira, Vicente Soler Solano e Henk van Twillert, Kamen Golaminov. Frequentou diversos Cursos de Aperfeiçoamento e Masterclasses de saxofone e Direcção de Orquestra, com os professores Jean Yves Formeau, Vincent David e Gilberto Bernardes, Henk van Twillert, Mário Marzi, João Figueiredo, Claude Delangle, Arno Bornkamp, José Massarrão, Direcção de Orquestra com o Maestro Francisco Ferrera.

Participou em concursos nacionais e internacionais, dos quais se destacam: 1º prémio no “Concorso per Giovanni Interpreti Cita di Chieri”, em Itália, nas categorias música de câmara, com o Ensemble de Saxofones Vento do Norte (2007) e as primeiras Jornadas do Saxofone no Porto. É membro fundador do grupo e saxofones Vento do Norte, com o qual já venceu vários prémios de Musica de Câmara e se apresentou em concertos por todo o país, na Venezuela, Bélgica, Holanda. Em Maio de 2008, gravou com este mesmo grupo o primeiro CD “Adagio for Saxophones”, no tour Yamaha Pro Custom Sax Tour- Benelux. Em 2008, tornou-se membro da Orquestra Portuguesa de Saxofones, sediada na ESMAE, onde participou em concertos por todo o país e Holanda, de onde se destacam os concertos no Teatro Helenos Sá e Costa, Festival Internacional de Saxofone de Palmela, no Auditório do Conservatório de Amsterdão e em Caracas – Venezuela.

Leciona saxofone na Escola Profissional de Música da Covilhã e Academia de Música e Dança do Fundão.

 ENSEMBLE DE METAIS

Esta formação instrumental da EPABI é uma parte da secção dos metais integrante da Orquestra de Sopros da EPABI, sob a orientação do Prof. Francisco Luís Vieira.


Emoção, Razão, Jogos e Matemática

José Paulo Viana

[Associação de Professores de Matemática]

 

Palestra “Emoção, Razão, Jogos e Matemática”, José Paulo Viana
14 de março | 21 h | UBI – Anfiteatro da Parada

 

No nosso dia-a-dia todos nós tentamos ser racionais (normalmente, o mais possível) nas decisões que tomamos. Por outro lado, também somos emotivos e isso pode afetar as decisões que adotamos. Será que usamos a lógica como deve ser? E que lógica? Se formos completamente lógicos, seremos perfeitamente racionais?

Vários jogos e várias experiências permitem descobrir, nem que seja só parcialmente, como pensamos e como agimos. Assim, poderemos talvez conhecer-nos melhor, quer como indivíduos, quer enquanto seres sociais. E perceber que, por vezes, a lógica pode ser ilógica.

 

JOSÉ PAULO VIANA

Professor de Matemática do ensino secundário até 2013.

Entusiasta das matemáticas recreativas e autor da secção semanal “Desafios” no jornal Público.

Divulgador de Matemática através de conferências e sessões em escolas, quer para alunos, quer para professores.

Dinamizador de cursos de formação de professores nas áreas de utilização das tecnologias gráficas no ensino da Matemática, de probabilidades, de modelação matemática e de resolução de problemas.

Autor de manuais escolares.

Autor de livros de divulgação matemática e de matemáticas recreativas.

 

imagem: https://clube.spm.pt/news/1257

 

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